quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

OPINIÃO - A música gospel hoje se tornou uma indústria, diz Marcos Witt



fonte: http://vejadetudo.com.br/editoria-gospel/9-destaques/5097-a-musica-gospel-hoje-se-tornou-uma-industria-diz-marcos-witt
28-01-2014vejagospel12Entrevista a um jornal mexicano causa polêmica
O sucesso do mercado de música religiosa, mais comumente classificada como gospel no Brasil, é algo além de qualquer dúvida. Não por acaso muitas gravadoras seculares têm contratado cantores e grupos evangélicos. Como resumiu o cantor e missionário Rodolfo Abrantes, da Bola de Neve: “Elas só estão querendo ganhar dinheiro”.
Este mês, o jornal mexicano El Universal fez uma reportagem com o pastor e cantor Marcos Witt, um dos mais influentes do continente americano. O título da matéria é sugestivo, “A fé move montanhas de dinheiro”.
Em resumo, a análise de Witt do cenário nos países de fala espanhola não é diferente do que acontece no Brasil. Entre muitas coisas, ele disparou “A música gospel hoje se tornou uma indústria”.
A questão central é que ocorre no México algo similar ao que se vê no Brasil. Tanto artistas católicos quanto evangélicos são rotulados como “gospel” e estão tendo uma crescente penetração nas rádios seculares.
Para Marcos Witt, que percorre a América Latina com a turnê “Supernatural” nos últimos dois anos e já foi visto por mais de 1,7 milhão de pessoas, é preciso que haja uma estrutura complexa e cara. “É correto que nos organizemos, pois precisamos pagar impostos, royalties e salários dos funcionários. Neste sentido acabamos fazendo parte dessa indústria. Por outro lado, eu também lembro que Deus nos dá dons gratuitamente e sabe que precisamos alimentar nossas famílias”, explica o pastor que também é dono da gravadora CanZion.
Em suma, essa “indústria gospel” é positiva desde que seja bem utilizada. Contudo, o cantor sente-se incomodado ao ver as pessoas tratarem o ministério de louvor como “apenas um negócio”. Ao ser questionado sobre a pirataria, Witt revelou que já se acostumou a ver pessoas vendendo produtos “não autorizados” com a sua imagem em canecas, faixas e camisetas entre outros.
Embora não aprove esse tipo de merchandising, afirma saber que aqueles vendedores “serão capazes de levar o pão para os seus filhos por minha causa. Está tudo bem se eles vendem a minha imagem e meu nome sem o meu conhecimento, na minha mente e no meu coração isso está resolvido, estou tranquilo”.

Um comentário:

  1. Concordo. Antigamente quando se ouvia um louvor, pelo menos no meu caso eu me sentia mais próxima do que DEUS queria falar comigo. Hoje em dia sinto que as canções estão falando de " Deus", mas estão vazias. São raras as que penetram e nos trazem a palavra da forma que o nosso Senhor quer.

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