terça-feira, 30 de setembro de 2014

Menino emociona internautas narrando histórias bíblicas

Menino emociona internautas narrando histórias bíblicas Nos últimos meses Elias Leite tem postado em seu canal do Youtube alguns vídeos onde o seu filho, Benício Rios, aparece contando histórias bíblicas. Menino emociona internautas narrando histórias bíblicasO garotinho narra histórias como a criação do mundo, a passagem bíblica sobre Davi e Golias, a história de Noé e outras, sempre de uma forma simples onde adultos e crianças conseguem compreender. Os vídeos estão sendo compartilhados nas redes sociais e emocionando pessoas de todo o Brasil. O vídeo mais visto conta com mais de 56 mil visualizações que é a história do Filho Pródigo, filmada em um parque. A família de Benício frequenta a Igreja Adventista do Sétimo Dia em Recife (PE), denominação que tem até ajudado a promover os vídeos em seu site. O primeiro vídeo de Benício foi postado há cinco meses com a história de Davi e Golias. Depois deste vídeo o pai do garoto publicou mais seis histórias, juntas elas somam mais de 112 mil visualizações no Youtube e milhares de comentários. Muitos dos internautas deixam registrado que estão usando os vídeos de Benício Rios para ensinar crianças nas igrejas e em suas casas. “Apresentei esse vídeo na EBD para os meus alunos e foi uma benção. Eles ficaram vidrados prestando atenção, já havia passado vários vídeos, mas nenhum tinha prendido tanto a atenção deles como esse”, disse uma internauta.

Assista:

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

“Manifesto evangélico com Dilma” reúne espíritas, católicos e até ateu


"Manifesto evangélico com Dilma" reúne espíritas, padre e até ateu


A presidente-candidata Dilma Rousseff (PT) divulgou recentemente o “manifesto evangélico com Dilma”. Um documento que deveria reunir líderes evangélicos que apoiam a reeleição da candidata petista. No manifesto há católicos, espíritas, budistas e até ateu.
“Manifesto evangélico com Dilma” reúne espíritas, católicos e até ateuA lista divulgada pela candidata não traz nenhum nome de expressão e virou motivo de piada nas redes sociais, pois reúne padres, espíritas e até budistas. Dilma vem sendo criticada por lideres por não ter cumprido os compromissos que prometeu.
Em 2010, Dilma Rousseff conseguiu costurar alianças com vários lideres evangélicos após assinar compromisso de que não abordaria temas polêmicos em seu governo. Dilma quebrou sua promessa e de forma extraoficial tornou legal tanto a união civil de homossexuais quanto o aborto e acabou perdendo o apoio destas lideranças.
espiritas budista e ateu com dilma Manifesto evangélico com Dilma reúne espíritas, católicos e até ateu
Alguns nomes da lista “evangélica” de Dilma Rousseff
A candidata tentou uma reaproximação com alguns líderes, como o pastor Silas Malafaia, presidente da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, que rompeu com o PT e acusou o partido de usar órgãos do Governo para persegui-lo.
O deputado federal Pastor Marco Feliciano (PSC/SP), que em 2013 foi alvo de críticas do Governo após assumir a Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados também rompeu com a candidata do Partido dos Trabalhadores.
Dilma chegou a visitar a Assembleia de Deus do Brás, presidida pelo pastor Samuel Ferreira. Na ocasião a candidata foi bem recebida pelo líder e cogitou-se que a Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, dirigida pelo bispo Manoel Ferreira, que é pai de Samuel poderia anunciar apoio à candidata. Porém, a liderança do Ministério de Madureira decidiu apoiar o candidato do Partido Social Cristão, Pastor Everaldo.
Everaldo Pereira é obreiro da Assembleia de Deus de Madureira, no Rio de Janeiro, que é presidida por outro filho do bispo Manoel, pastor Abner Ferreira. Manoel Ferreira é considerado uma espécie de presidente de honra do PSC, pois tem uma proximidade muito grande com os lideres do partido.
dilma e os evangelicos Manifesto evangélico com Dilma reúne espíritas, católicos e até ateu
O manifesto divulgado na fanpage oficial da candidata.
Para tentar reaproximação com o eleitorado evangélico Dilma Rousseff chegou a criar um “comitê evangélico”, de representatividade questionável. A candidata reuniu lideranças de pouca expressão e tentou se justificar afirmando que não mudou nenhuma lei com relação aos temas considerados sensíveis a igreja, mas acabou não convencendo.





quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Jovem negro morto pela Polícia falava de Jesus momentos antes dos disparos, diz testemunha

Jovem negro morto pela Polícia falava de Jesus momentos antes dos disparos, diz testemunhaA morte do jovem Michael Brown, 18 anos, na cidade de Ferguson, Missouri, causou grande comoção nos Estados Unidos e levou a uma onda de protestos. Agora, uma testemunha trouxe mais detalhes ao caso: Michael estaria falando de Jesus quando foi atingido por um tiro disparado por um policial.
A testemunha, que estava trabalhando próximo à cena do crime, afirmou à polícia e ao FBI que passou por Michael Brown e o ouviu falar de Jesus enquanto conversava com um colega. Ambos estavam em um condomínio residencial da região.
A identidade dessa nova testemunha foi preservada por questões de privacidade, segundo informações do jornal St. Louis Post-Dispatch.
O rapaz que topou testemunhar em sigilo afirmou que não conhecia Michael Brown, e no momento do disparo, trabalhava a poucos quarteirões do local onde havia passado pelo jovem 30 minutos antes.
A declaração da testemunha bate com as afirmações do colega de Michael que estava com ele pouco antes de ser morto. Numa entrevista a uma emissora de TV da região, o colega afirmou que Michael vinha sentindo “vibrações ruins” e teria buscado ajuda divina. “Que o Senhor Jesus Cristo me ajude a passar por isso, e não sinta raiva de tudo que eu estava fazendo”, teria dito o jovem ao colega.
Em seu depoimento, o rapaz que testemunhou em sigilo disse que não conseguiu prestar atenção no teor da conversa entre Michael Brown e seu colega, e apenas conseguiu guardar na memória que o jovem assassinado tinha dito que “tinha uma imagem de Jesus em sua parede, enquanto o colega brincava dizendo que o diabo tinha uma foto dele”.
À polícia, a testemunha disse que viu a cena de perseguição contra Michael Brown, que fugia de um carro da Polícia, e também viu o policial Darren Wilson à pé atrás do jovem, e momentos depois ouviu o disparo.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Esse garoto não sabe tocar violão… mas sua música já encantou mais de 5 milhões de pessoas.




O que você faria se precisasse arrecadar dinheiro para sua mãe que está em um tratamento contra o câncer?
Esse jovem garoto, “aprende” a tocar violão e é zombado por alguns colegas de escola que fazem parte da banda.
O rapaz compõe uma música para a sua mãe e canta em diversos lugares da cidade.
Até que os colegas o encontram na rua e descobrem que ele está ali com um panfleto pedindo ajuda para o tratamento de câncer da mãe e então só vendo o vídeo para ver a atitude dos colegas que zombaram por estar tocando mal.
Nos ajude compartilhando

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Religião não torna as pessoas mais morais, afirma estudo



Religião não torna as pessoas mais morais, afirma estudo  


Um novo estudo publicado este mês afirma que pessoas religiosas não são mais propensas a fazer o bem que os “não religiosos” (incluindo ateus e agnósticos). Os pesquisadores entrevistaram 1.252 adultos de diferentes religiões e posições políticas. Pediram que eles registrassem as boas e más ações que cometeram, testemunharam, ouviram falar ou sofreram ao longo de um dia.
O objetivo era avaliar como a moralidade na vida quotidiana difere entre as pessoas, explica Daniel Wisneski, doutor em psicologia pela Universidade de Illinois em Chicago, líder do estudo.
Os pesquisadores comprovaram que pessoas religiosas e não religiosas cometem um número semelhante de atos morais. Ao contrário de outros estudos semelhantes, a afiliação religiosa ou política não determinam necessariamente a compreensão de uma pessoa sobre o que é certo ou errado. Contudo, existem algumas diferenças marcantes como as pessoas de diferentes grupos responderam emocionalmente aos chamados “fenômenos morais”.
Wisneski relata que, por exemplo, as pessoas que se declararam religiosas experimentam maior intensidade nas emoções autoconscientes (culpa, vergonha e desgosto) que as pessoas não religiosas. Ou seja, ficavam mais chocadas e indignadas ao testemunhar ou cometer um ato imoral.
Os religiosos relatam ainda ter um maior “senso de orgulho e gratidão” após cometer atos morais. Do ponto de vista político, liberais e conservadores tendem a pensar em fenômenos morais de formas diferentes.  Os liberais são mais afetados emocionalmente por atos morais ou imorais envolvendo questões de justiça ou injustiça. Já os conservadores deram mais peso a atos de lealdade ou traição.
Segundo os autores, os resultados reforçam teorias sobre a natureza da fofoca, pois as pessoas ouvem falar mais sobre os atos imorais dos outros. O mesmo vale para o chamado “contágio moral” (quem testemunha mais atos morais tendem a reproduzi-los depois) e a “licenciosidade moral” (quem foi vítima de ato imoral tende a se comportar de modo imoral).
O experimento não foi conduzido em laboratório, mas em situações mais realistas, com pesquisas enviadas aos participantes pelo celular quatro vezes ao dia ao longo de três dias. O questionário incluía ainda um pedido para a descrição desse ato moral e como os voluntários se sentiam a respeito dele. Com informações The Blaze e Live Science


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Pastor leva dois tiros na cabeça em briga de trânsito e se recupera milagrosamente: “Anjos levaram as balas por mim”


Pastor leva dois tiros na cabeça em briga de trânsito e se recupera milagrosamente: “Anjos levaram as balas por mim”
Um pastor foi atingido por dois tiros na cabeça após uma confusão que surgiu por conta de um acidente de trânsito. O motorista que o alvejou está foragido.
Steven Simon é líder da Straight Way to Heaven e voltava de uma festa beneficente organizada pelos membros da Igreja Metodista Unida em sua homenagem no dia 31 de julho, quando aconteceu um pequeno acidente na rodovia West Palm Beach, próximo à cidade de Boynton Beach, na Flórida (EUA).
O pastor de 22 anos relatou que ao tentar dialogar com o outro motorista, ele foi atingido por dois tiros na cabeça. “Os anjos levaram as balas por mim”, disse Simon. “Você literalmente pode ver onde a bala tinha parado. Era quase como Deus dissesse [às balas]: ‘Vocês não podem ir mais longe do que isso”.
Simon foi induzido ao coma e mantido inconsciente até o dia 04 de agosto, quando os médicos resolveram fazer testes para descobrir os eventuais danos neurológicos causados pelos disparos.
“O médico disse: ‘Você pode não enxergar com esse olho de novo’”, relatou o pastor durante o culto do último sábado, 06 de setembro, quando contou seu testemunho. “Os médicos disseram que eu poderia ser um vegetal, declararam que eu poderia nunca mais ter a mesma personalidade. Mas, eu estou aqui hoje”
Centenas de pessoas foram ao culto para expressar sua alegria pela recuperação e fazer doações a uma campanha de arrecadação de fundos que pretende cobrir as despesas médicas.
Em seu depoimento à Polícia, o pastor foi capaz de dar uma descrição do atirador e lembrou do modelo de carro que ele estava dirigindo. Agora, a equipe do Xerife do Condado de Martin está à procura de um homem branco, de cabelos brancos, que estava dirigindo um Chrysler Concorde dourado. Apesar de ter recebido 50 a 60 dicas sobre o incidente na estrada, não há pistas sólidas, segundo informações do Christian Today.

Tensão: presidente dos EUA planeja ‘destruir’ Estado Islâmico


País apoiará forças aliadas em ações, mas não enviará soldados. Segundo Obama em pronunciamento, EI 'não é Estado' e 'não é islâmico'
País apoiará forças aliadas em ações, mas não enviará soldados. Segundo Obama, em pronunciamento, EI ‘não é Estado’ e ‘não é islâmico’
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira (10) que seu país irá liderar uma grande coalizão internacional que tem como objetivo “destruir o Estado Islâmico”. Em pronunciamento em rede nacional, ele assegurou, porém, que não enviará soldados ao Iraque ou à Síria.
“Quero que os americanos entendam que esse esforço será diferente das guerras no Iraque e no Afeganistão. Ele não envolverá tropas dos Estados Unidos combatendo em solo estrangeiro. Essa campanha antiterrorismo será travada através de um esforço incansável e constante para eliminar o EI onde quer que ele exista, usando nosso poder aéreo e o apoio de forças aliadas em solo. Essa estratégia para erradicar terroristas que nos ameaçam, apoiando parceiros nas linhas de frente, é a mesma que temos aplicado com sucesso no Iêmen e na Somália há anos”, disse o presidente em seu discurso.
Antes de detalhar os planos de ação, Obama reforçou que o EI é uma ameaça real. “O Estado Islâmico não é ‘islâmico’. Nenhuma religião concorda com a matança de inocentes, e a maior parte das vítimas do EI tem sido de muçulmanos”, disse. “Ele não é reconhecido por nenhum governo e nem pelo povo que subjuga. O Estado Islâmico é uma organização terrorista, pura e simplesmente”.
O presidente americano anunciou então um plano com quatro pontos principais: dar apoio militar ao novo governo iraquiano para o combate ao EI, sem envio de tropas de solo; aumentar o apoio aos rebeldes de oposição ao governo da Síria; angariar apoio e recursos da comunidade internacional; oferecer ajuda humanitária aos muçulmanos sunitas e xiitas das regiões de controle do EI que estão refugiados, além de cristãos e outras minorias religiosas.
Segundo Obama, porém, as ofensivas militares no Iraque não serão como as guerras no próprio Iraque e no Afeganistão. No Iraque, o presidente disse que a instalação do novo governo permite que os Estados Unidos dê apoio de inteligência, armamentos e treinamento ao exército iraquiano, mas sem o envio de tropas de combate.
A ajuda anunciada é de 475 militares para dar apoio longe do combate pelo solo. A ideia de Obama é que a força aérea americana ataque as regiões controladas pelo Estado Islâmico para auxiliar os soldados iraquianos na luta contra o grupo radical.
No caso da Síria, Obama afirmou que o exército americano não terá o mesmo papel que no Iraque. No discurso, ele pediu a autorização do congresso dos EUA para aumentar a quantidade de armas e dinheiro a ser enviada aos rebeldes de oposição ao governo de Bashar al-Assad. “Na luta contra o EI nós não podemos contar com o regime de Assad, precisamos fortalecer a oposição”, disse.
O presidente dos EUA explicou que a missão de combate ao EI é semelhante a outras ações feitas pelo exército americano no Iêmen e na Somália, e que o risco de não responder às ameaças do grupo fundamentalista pode fazer com que ele ganhe força e comece a representar uma ameaça real aos territórios do país e dos aliados. Obama disse ainda que o grupo tem recrutado cidadãos de países europeus que podem estar sendo treinados no Oriente Médio. “Não registramos ainda um perigo sério, mas, treinados, esses soldados podem voltar a seus países e promover algum ataque.”
Ele ressaltou, porém, que a coalizão militar para combater o EI também serve para proteger os militares e civis americanos na região do Oriente Médio, lembrando dos dois jornalistas americanos que foram mortos pelo grupo terrorista.
Para angariar o apoio de outros países, Obama afirmou que o secretário de Estado, John Kerry, se reuniu nos últimos dias com o novo governo iraquiano, e nos próximos dias fará visitas a outros estados do Oriente Médio e da Europa.
Coalizão
Na sexta-feira (5), Kerry e o secretário de Defesa, Chuck Hagel, já ressaltavam a necessidade da criação de uma coalizão internacional em um comunicado conjunto, depois de uma reunião à margem da cúpula da Otan com os dirigentes de outros nove países. “Não podemos perder tempo para criar uma coalizão internacional para destruir a ameaça representada pelo EI”, dizia o texto.
Na ocasião, Kerry usou um termo já empregado anteriormente por Obama ao falar em “destruir o Estado Islâmico”. “Temos que atacá-los de maneira que os impeça de tomar territórios, que reforce a capacidade das forças iraquianas, de outros que estão na região e que estão preparados para enfrentá-los, sem comprometer nossas tropas, obviamente”, assinalou Kerry em uma reunião com seus colegas da Alemanha, França, Grã-Bretanha, Itália, Turquia, Polônia, Canadá, Dinamarca e Austrália.
A desintegração do grupo havia sido prometida pelo presidente dos EUA dois dias antes, na quarta (3), ao comentar o segundo vídeo com a decapitação de um jornalista americano por integrantes do EI, Steven Sottlof.
“A questão é esta: nosso objetivo é claro, degradar e destruir (o Estado Islâmico) para que não seja mais uma ameaça não só ao Iraque, mas à região e aos Estados Unidos”, afirmou em uma entrevista coletiva. “Seja lá o que for que estes assassinos pensam que irão conquistar matando norte-americanos inocentes como Steven, já fracassaram”, disse Obama. “Fracassaram porque, como muitos ao redor do mundo, os norte-americanos estão enojados com sua barbárie. Não seremos intimidados”.
No dia 20 de agosto, quando falou sobre a morte do primeiro jornalista, James Foley, o presidente chamou o EI de “câncer” e disse que o grupo tem uma “ideologia falida”.
“Sua ideologia é fracassada. Eles podem dizer que estão em guerra com os Estados Unidos ou o Ocidente, mas o fato é que aterrorizam seus vizinhos e não lhes oferecem nada além de uma escravidão sem fim à sua visão nula e o colapso de qualquer definição de comportamento civilizado”, disse a jornalistas.
Ataques aéreos
No Iraque, os EUA iniciaram ataques aéreos no dia 8 de agosto e mais de 150 ofensivas foram lançadas desde então, especialmente no norte do país. Segundo o Pentágono, mais de 200 alvos do Estado Islâmico foram destruídos e mais de 300 toneladas de ajuda foram entregues, sem nenhuma baixa ou acidente envolvendo caças americanos. A colaboração do governo local facilitou as ações no território iraquiano, em situação bem diferente da Síria.
Em 25 de agosto, o governo sírio afirmou estar “pronto para cooperar e coordenar” o trabalho da comunidade internacional na luta contra o terrorismo no país, no âmbito da resolução 2170 do Conselho de Segurança da ONU. A medida visa impedir o recrutamento e financiamento de jihadistas na Síria e no Iraque, que também já se declarou disposto a colaborar.
Mas o chefe da diplomacia síria, Walid Moallem, deixou claro que qualquer ataque dos aliados americanos dentro do território de seu país deveria ser coordenado por Damasco. Caso contrário, seria considerado uma agressão.

Edir Macedo é um ator e templo é apenas um cenário, ataca rabino



 Desde que anunciou a construção da réplica do Templo de Salomão, a Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) vem lidando com críticas constantes. E elas não vêm apenas dos evangélicos.
O portal IG entrevistou líderes judeus, que se mostraram igualmente contrariados. O rabino ortodoxo Alon (nome alterado pela reportagem) se disse surpreso com as imagens da inauguração. “Com certeza aquela pessoa não é um rabino. Por que, então, se vestiria daquela forma?”, questiona, ao analisar a maneira como o bispo Edir Macedo se apresentou na cerimônia de abertura do Templo.
Uma barba longa e farta, solidéu na cabeça e corpo envolto em um comprido xale branco com faixas azuis e tranças nas pontas são símbolos milenares na cultura judaica. Para os judeus do ramo ortodoxo indicam que os homens devem raspar a barba; a cabeça deve sempre estar coberta pela kipá (lembrando da existência de um ser superior); e a oração precisa necessariamente ser feita com o talit (o manto de orações).
Na estrutura do Templo podem ser vistos diversos outros símbolos sagrados do judaísmo: menorah (candelabro de sete braços), tábuas dos Dez Mandamentos e até uma réplica da “arca da aliança” feita de ouro.
O rabino ortodoxo Dvir, também ouvido pelo site, reconhece: “Existe uma liberdade, as pessoas podem fazer o que quiserem. Mas esses símbolos são normalmente acompanhados por quem segue a filosofia judaica, remetendo a uma identidade judaica muito forte”. Mas faz uma ressalva: “Não sei se é apropriado uma pessoa que não siga o judaísmo usar esses símbolos”.
Já o rabino Alon é mais crítico: “O objetivo dele [Macedo] com isso não é difundir o judaísmo, até porque há uma mescla com as práticas e cultos tradicionais da religião dele com os símbolos e vestimentas comuns a nós. Isso acaba criando uma confusão nas pessoas. Vemos ali um cenário e um ator, porque sabemos que aquilo não é nem uma sinagoga e nem um rabino.”
Embora diversas outras igrejas evangélicas utilizem esses símbolos do Antigo Testamento, não o fazem com o mesmo objetivo de Edir, que chegou a importar pedras de Israel para a construção do templo, avaliada em R$ 680 milhões.
Contudo, as críticas não são unânimes. Algumas das principais lideranças judaicas do país estiveram na inauguração do Templo de Salomão, como o presidente da Confederação Israelita do Brasil, Claudio Lottenberg.
Em visita ao local, o embaixador de Israel no Brasil, Rafael Eldad, afirmou: “Eu nunca vi algo assim antes. A altura, as pedras de Jerusalém, a referência às coisas antigas. Quero agradecer à Universal pela obra gigantesca e desejar sucesso”.
O vice-presidente-executivo da Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp), Ricardo Berkienstat, diz não ver problemas: “Ninguém está usando nada para tirar sarro, para zombar. Desta forma, assim como eles estão respeitando o judaísmo, respeitamos também a fé dos seguidores da Universa. Na verdade, é até lisonjeador saber que eles respeitam o Templo de Salomão original a ponto de se adaptarem aos costumes de vestimentas daquela época.”
Rodrigo Franklin de Sousa, professor de pós-graduação de Ciências da Religião na Universidade Presbiteriana Mackenzie, faz outro tipo de análise. “O que é mesmo diferente e me chama muito a atenção no caso da Universal é o fato de ela ter investido milhões para construir algo que aparenta tanto ser para uma outra religião”. E acrescenta: “Você olha para o edifício e não vê nenhum dos símbolos que marcaram a trajetória da igreja, como a pomba, os dizeres ‘Jesus Cristo é o Senhor’… Parece uma forma de se reinventar, uma tentativa de alcançar novos fiéis, pessoas que teriam certa vergonha de ir à Universal para não serem estigmatizadas.”
Por sua vez, a assessoria de imprensa da Igreja Universal afirmou: “O Templo de Salomão é uma forma de resgatar os princípios da fé bíblica como idealizada pelo próprio Deus. Não é um templo da Universal e sim um templo universal — para toda a humanidade, de todas as raças e credos, para qualquer pessoa que quiser conhecer o Deus da Bíblia. Para a Universal, o significado do Templo é totalmente espiritual. O objetivo é o avivamento da fé cristã. A propagação do Reino de Deus, o Evangelho da salvação.”
Fonte: Gospel Prime