sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Guitarrista do Korn diz que se converter foi “a melhor coisa possível”


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O guitarrista da banda de metal Korn, Brian “Head” Welch, concedeu uma entrevista a uma emissora de rádio norte-americana e afirmou que se converter foi “a melhor coisa possível”, pois a sua escolha o ajudou a abandonar o vício e permitir uma melhor relação com o Espírito Santo. O músico se converteu ao Evangelho em 2005, chegou a deixar a banda, mas retornou e agora testemunha sobre sua nova vida. O músico participou de um documentário intitulado “Holy Ghost”, baseia nas experiências de fé de quem acredita no Espírito Santo e tem como proposta mostrar a ação real na vida dessas pessoas.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Nos EUA, 80% da população afirma que Jesus deveria ser mais citado no Natal




Novos dados divulgados pelo instituto de pesquisas “LifeWay”, nesta semana, apontam que a maioria dos norte-americanos acreditam que deveria haver mais menções ou alusões a Jesus Cristo durante a época de Natal.


Imagem: DivulgaçãoAlguns dos resultados:
- 63% dos norte-americanos dizem que as pessoas devem visitar a igreja durante o Natal;
- 79% concordam que no Natal se deveria falar mais sobre Jesus;
- 70% dizem que o Natal seria melhor se pudesse manter o foco cristão;
- 39% dizem que “X-mas” é ofensivo. O termo surgiu de um trocadilho feito a partir da palavra “Christmas” (Natal), fazendo de alguma forma alusão à palavra “mass” (bagunça). A expressão tem sido usada com frequência por muitos norte-americanos atualmente;
- 29% dizem que a expressão “Boas festas” é ofensiva;
- 56% dizem que o filho de Deus existia antes de Jesus ter nascido em Belém;
Outro dado interessante é que 86% dos entrevistados afirmaram que deveria ser permitido que as crianças cantassem músicas religiosas de Natal em eventos patrocinados por escolas públicas, durante esta época do ano.
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Fonte: CPAD News

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Rachel Sheherazade fala sobre fé e canta música gospel no Raul Gil









Rachel Sheherazade fala sobre fé e canta música gospel no Raul GilA jornalista Rachel Sheherazade participou do Programa Raul Gil no último sábado (13) sendo entrevista no quadro “Elas Querem Saber” com Thammy Miranda, Val Marchiori, Dani Bolina e Penélope Nova.
A âncora do SBT Brasil foi questionada sobre vários assuntos, inclusive podendo responder às questões polêmicas sobre pena de morte, legalização da maconha, casamento homoafetivo e política.
Por conta de suas posições polícias, consideradas conservadoras, Rachel Sheherazade perdeu o espaço de comentário no jornal e passou a ser alvo de inúmeros protestos e até sofreu ameaça.
“Já sofri algumas ameaças nas redes sociais. Os covardes se escondem através das redes, essas pessoas se valem do anonimato para poder ameaçar”, disse. Por conta disso os carros que ela utiliza são blindados para evitar qualquer ataque.
“A verdade incomoda”, disse a apresentadora quando foi questionada sobre as críticas que recebeu. Entre seus posicionamentos, o que mais chamou atenção da imprensa foi quando ela comentou sobre o caso dos justiceiros do Rio de Janeiro que amarraram um menor infrator em um poste.
Como cristã evangélica, Sheherazade confessou que entrega o dízimo na igreja e se posicionou contra o aborto. “Sou a favor da vida. Eu defendo a vida, que acontece através de um encontro entre duas células. O aborto é um mau remédio, ele não soluciona nada”, disse.
Além de falar sobre sua vida, família e carreira, a jornalista ainda teve a oportunidade de cantar uma música. A canção escolhida foi “Eu te agradeço Deus” do cantor Kleber Lucas.

Quem é Deus? Crianças de nove religiões diferentes dão suas impressões sobre a figura divina; Confira



Quem é Deus? Crianças de nove religiões diferentes dão suas impressões sobre a figura divina; Confira Qual a percepção das crianças sobre Deus? Nas diferentes religiões, o ensinamento sobre Deus é algo muito variável, e mesmo nas principais crenças monoteístas do mundo – cristianismo, judaísmo e islamismo – a forma como as crianças encaram Deus é bastante diferente. Essa é a conclusão que se pode tirar do depoimento de nove crianças sobre o Criador.
A jornalista Anna Virginia Balloussier, da Folha de S. Paulo, colheu as impressões de nove crianças de diferentes credos sobre Deus. As religiões representadas na reportagem são as que mais têm representatividade na sociedade brasileira.
Beatriz Dias Samuel, 08 anos, católica; Pietra Hanna Castanho, 10 anos, evangélica; Clara Veiga Carvalho, 10 anos, espírita; Luke Saul Jospa, 09, judaísmo; Mohamed Hussein Abid Ali, 08 anos, muçulmano; Manuella Araújo da Costa, 10 anos, candomblé; Ariom Scheffer, 11 anos, budista; Núbia Selassie Cestari Granello, 06 anos, rastafári; e Darah Cally Patrício, 08 anos, União do Vegetal (grupo dissidente da religião Santo Daime), deixaram suas impressões sobre a figura divina.
Para a evangélica Pietra, Deus é um companheiro fiel: “Deus nos ama e nos ilumina. Ele me ajuda quando alguém briga comigo. Teve uma confusão na escola, e a professora disse que eu participei, mas só estava lá comendo meu lanche”, disse a menina, expressando sua percepção a respeito do Pai.
Já a católica Beatriz usa a representação visual (comum no meio católico devido ao uso de imagens de santos) para ilustrar sua impressão do Deus onipresente: “No antigo tempo, não cortavam cabelo, então Deus tem o cabelo longo. Hoje Ele tá no meio do coração de todo mundo. Eu rezo para Ele deixar a gente ficar com o recreio um pouquinho maior”, contou.
O seguidor do judaísmo Luke, curiosamente, expressa sua impressão de Deus com uma ilustração superdimensionada da graça: “Para nós não tem inferno, só céu. Assim: vamos fingir que você está no teatro. Se foi uma muito boa pessoa, ficaria na frente, mais perto de Deus. Se foi uma ruim pessoa, ficaria lá atrás”, disse o menino, que desenhou o palco, sua representação de Deus no teatro ilustrativo, como um enorme sol.
Segundo o budista Ariom, Deus não pode ser medido: “Não tem um Deus físico. Deus é tudo e tudo é Deus. Ele é feito de luz. O arco-íris, no budismo, representa uma pessoa com coração iluminado”.
A praticante do candomblé Manuella lembrou da discriminação religiosa ao falar de Deus: “Oxum é a santa que me protege. Ela tá no mato, para curtir a vida. Uma professora uma vez contou que um lobo ia na porta da criança que não é batizada [como cristã]. Fiquei com medo, chorando”, lamentou.
“Sonhei que Jah estava no deserto e fazia todas as pessoas ficarem felizes. Ele é o meu coração e fica batendo em todos os momentos. Peço a Jah que o mundo fique bem limpinho”, disse a rastafári Núbia.
Santo Daime é uma religião que baseia as experiências sobrenaturais a partir da ingestão de um chá alucinógeno. Essa crença sofreu uma divisão, a União do Vegetal, que é seguida por Darah. E as características do culto praticado dentro dessa religião foram expostas na impressão da menina sobre Deus: “Desenhei o mestre Gabriel, o nosso guia. É muito legal beber [ayahuasca]. Tem gente que vomita, mas eu não sinto medo, sinto amor. E vontade de rir muito! Já vi árvores falando comigo”, contou.
O muçulmano Mohamed expressou sua maneira de enxergar Deus como uma criança e as preocupações normais da idade: Deus é tudo para mim. Peço para Ele deixar chover, mas algumas vezes não penso na água. Penso em jogar Nintendo DS”.
Ao final, a espírita Clara associou Deus à natureza e à doutrina da reencarnação: “Deus criou a borboleta. Ela é bonita e feliz. Começa como se fosse um bicho horroroso, gosmento, e vira uma borboleta linda. É como o espírito que reencarna: você vai crescendo e evoluindo”.